Candidato a vereador de Jaboatão, Carlos Santos, propõe acesso ao tratamento com o uso medicinal da maconha no SUS para crianças autistas
- mais jaboatao
- 16 de set. de 2024
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Psicólogo e ativista dos Direitos Humanos, Carlos Santos propõe a distribuição de medicamentos à base de cannabis pelo SUS, o fim do que chama de falsa guerra às drogas e do extermínio e encarceramento em massa da juventude negra

Foto: Divulgação
Postulante a vereador de Jaboatão dos Guararapes pelo PSOL, Carlos Santos, defende a legalização da maconha para uso medicinal, o combate ao racismo e à criminalização de usuários. "Em uma das eleições mais cannábicas” da história, a cidade não ficou de fora da onda verde em 2024. No município, considerado amplamente conservador, trago essa importante pauta maconha como uma das centrais da campanha", afirmou.
Psicólogo e ativista dos Direitos Humanos, Carlos Santos propõe a distribuição de medicamentos à base de cannabis pelo SUS, o fim do que chama de falsa guerra às drogas e do extermínio e encarceramento em massa da juventude negra. Ele é um dos fundadores da Marcha da Maconha de Jaboatão e, há mais de 10 anos, discute a pauta da legalização na Região Metropolitana do Recife (RMR). Em suas redes sociais, defende abertamente temas relacionados aos direitos humanos, à cannabis, e às causas LGBTQIAP+.
Carlos também se destaca por sua defesa da prevenção a Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) e pelo combate ao racismo estrutural, pautas que, segundo ele, são fundamentais para promover uma sociedade mais justa e inclusiva.
“Adotei a causa da maconha porque, desde cedo, entendi que a chamada guerra às drogas é só mais uma maneira de exterminar a juventude negra e pobre. Luto para que a maconha medicinal esteja disponível no SUS em Jaboatão dos Guararapes, garantindo que crianças com autismo e outras neurodivergências possam ter um tratamento eficiente, sem os efeitos colaterais dos remédios convencionais. A maconha salva vidas", acrescentou.
Para Santos, é necessário eleger um vereador progressista, para que Jaboatão não fique para trás em discussões tão importantes e necessárias como a pauta da maconha e seus benefícios para a saúde de milhares de pessoas.
"O consumo de maconha ainda não é legalizado no Brasil. No entanto, em junho deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu pela descriminalização do porte de até 40 gramas da planta. Além disso, alguns estados vêm avançando em discussões sobre o uso medicinal e regulamentações mais flexíveis, abrindo caminho para futuras mudanças na legislação.
Carlos desponta como uma promessa do PSOL em Jaboatão, no enfrentamento ao preconceito e no avanço de pautas vistas como tabus, mas que são de fundamental importância e de interesse público.








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