Carnaval do Recife 2026 movimenta R$ 2,8 bilhões na economia, diz Prefeitura
- 18 de fev.
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Festa reuniu cerca de 3,7 milhões de pessoas distribuídas em 50 polos espalhados pela cidade; Ocupação hoteleira chegou a 97%

Do Jornal do Commercio
Foto: Edson Holanda, Wagner Ramos/Prefeitura do Recife
O Carnaval do Recife de 2026 reuniu cerca de 3,7 milhões de pessoas distribuídas em 50 polos espalhados pela cidade e injetou R$ 2,8 bilhões na economia local, segundo a Prefeitura. A festa também gerou aproximadamente 60 mil empregos temporários.
A ocupação hoteleira chegou a 97%. No período, o Aeroporto Internacional do Recife registrou 502.205 passageiros e cerca de 150 voos extras — um aumento de 8% em relação ao ano anterior.
A permanência média dos visitantes foi de 5,15 dias, e mais de 70% dos foliões ficaram cinco dias ou mais na capital pernambucana.
De acordo com pesquisa de satisfação realizada pela gestão municipal, 99% dos entrevistados avaliaram o Carnaval como altamente satisfatório, enquanto 95% afirmaram que a festa superou as expectativas. Além disso, 98,4% disseram que pretendem voltar em 2027 e recomendariam o evento a amigos e familiares
Entre os destaques desta edição esteve o Circuito Leda Alves, que promoveu desfiles de agremiações pelas ruas do Bairro do Recife. O trajeto partiu do Cais da Alfândega até a Praça do Arsenal, tendo as avenidas Rio Branco e Bom Jesus como eixos centrais.
Pela primeira vez, foram disponibilizados 46 banheiros exclusivos para mulheres e oito destinados a famílias e pessoas com deficiência na Avenida Rio Branco.
Outra iniciativa envolveu os estacionamentos localizados no edifício-sede da Prefeitura do Recife, no Tribunal Regional Federal e no Tribunal Regional do Trabalho, no Cais do Apolo. Os foliões que utilizaram os espaços puderam doar alimentos não perecíveis.
Ao todo, mais de três toneladas foram arrecadadas e serão destinadas a 22 instituições parceiras, beneficiando mais de 29 mil pessoas em situação de vulnerabilidade social.
A programação contou ainda com o PIT STOP Fica de Boa, instalado na Avenida Alfredo Lisboa. O espaço funcionou como ponto de acolhimento e descompressão, oferecendo cuidado temporário a pessoas que apresentaram mal-estar físico ou emocional associado ao uso de álcool e outras substâncias psicoativas.





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