Clarissa Tércio rebate declaração de Tabata Amaral e cobra respeito aos conservadores e às igrejas
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Para a parlamentar, a fala de Tabata é uma afronta direta às comunidades cristãs e conservadoras de todo o país

Foto: Assessoria de Imprensa
Em vídeo publicado nas redes sociais, a deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) rebateu declarações da também deputada Tabata Amaral, esposa do prefeito do Recife, João Campos, após a parlamentar esquerdista classificar o discurso conservador como instrumento para "esconder safadeza". Para Clarissa, a fala de Tabata é uma afronta direta às comunidades cristãs e conservadoras de todo o país.
O episódio ganhou repercussão nas redes sociais depois que a contradição política do casal foi escancarada publicamente: enquanto defendem pautas progressistas como o aborto e atacam valores cristãos em seus discursos, os dois frequentam igrejas evangélicas em busca de apoio eleitoral. A contradição, segundo Clarissa Tércio, não passou despercebida pelos fiéis.
"Pastores de Pernambuco, abram os olhos. É esse tipo de gente que se senta nos bancos das nossas igrejas e quer só os nossos votos", disse a deputada, em alerta direto às lideranças religiosas do estado.
Aproveitando o tema levantado por Tabata, a parlamentar trouxe à tona denúncias concretas sobre a gestão João Campos. Ela citou o escândalo do concurso público municipal, no qual um candidato classificado na 63ª posição, filho de um amigo do prefeito João Campos, foi beneficiado em detrimento de um candidato com deficiência.
“Já que o assunto é safadeza, eu vou dizer o que é. Safadeza é forjar a lista de concurso como foi feito no Recife. É passar um candidato de número 63, lá do fim, filho de um amigo do prefeito, juiz, no lugar de um deficiente. Safadeza é vocês serem a favor do aborto. Safadeza é militar contra a causa conservadora e depois ir para o culto, atrás dos votos dos conservadores”, expressou a deputada.
A parlamentar reafirmou o orgulho de sua identidade conservadora e cristã. Para ela, o conservadorismo não é fachada nem discurso de ocasião, é uma visão de mundo coerente, vivida dentro e fora do mandato.





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