Deputada Clarissa Tércio assina a favor de abertura de CPI para investigar possíveis irregularidades nos Correios
- mais jaboatao
- 9 de fev.
- 2 min de leitura
A parlamentar destacou que enquanto no governo do então presidente Jair Bolsonaro, a empresa gerava lucros, atualmente enfrenta um rombo de mais de R$ 3 bilhões, além de sucessivas denúncias de má gestão

A deputada federal Clarissa Tércio (PP) informou em suas redes sociais que assinou a favor da abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar possíveis irregularidades na gestão do governo Lula nos Correios. "Sou totalmente a favor da abertura de uma CPI para investigar possíveis irregularidades na gestão dos Correios pelo atual governo", escreveu.
A parlamentar destacou que enquanto no governo do então presidente Jair Bolsonaro, a empresa gerava lucros, atualmente enfrenta um rombo de mais de R$ 3 bilhões, além de sucessivas denúncias de má gestão. "O Brasil não pode parar!", finalizou.
De acordo com a Istoé Dinheiro, rombo bilionário dos Correios representa 50% do déficit de estatais em 2024. Segundo os dados do Ministério da Gestão e Inovação (MGI), no acumulado do ano anterior o prejuízo dos Correios foi de R$ 2,13 bilhões, que somado aos mais de R$ 830 milhões de investimentos, acarretou em um déficit de R$ 3,2 bilhões. Logo em seguida, aparece a Emgepron, com R$ 1,9 bilhão de déficit.
Com isso, o resultados financeiros dos Correios representa metade do déficit total de 20 empresas estatais federais, que somou R$ 6,3 bilhões (desconsiderando exceções previstas no orçamento) – cálculo que excetua as estatais de grande porte, como a Petrobras e o Banco do Brasil.
Outras estatais que geram preocupação ao governo por conta do déficit incluem a Infraero, responsável pela administração de aeroportos, e a Casa da Moeda. A Infraero somou R$ 188 milhões em investimentos, ao passo que a Casa da Moeda demandou R$ 133 milhões.
As estatais federais registram um deficit primário de R$ 4,04 bilhões em 2024, em resultado que diz respeito às empresas que entram na meta fiscal.








Comentários