MPPE e MPSP deflagram operação conjunta contra organização criminosa investigada por crimes cibernéticos
- há 3 horas
- 2 min de leitura
O mandado de busca e apreensão com a finalidade de colher elementos de prova relacionados à prática de crimes cibernéticos, assim como apreender bens e valores oriundos das atividades ilícitas

Foto: Divulgação
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) cumpre nesta manhã (20), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e em apoio ao Ministério Público de São Paulo (MPSP), mandado de busca e apreensão com a finalidade de colher elementos de prova relacionados à prática de crimes cibernéticos, assim como apreender bens e valores oriundos das atividades ilícitas.
O GAECO/MPPE atua em colaboração no levantamento de dados e cumprimento de ordem judicial. Em Pernambuco, está sendo cumprido um mandado de busca e apreensão em cidade do Agreste do Estado; outros nove mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos no Estado de São Paulo. A Operação conta com o apoio operacional das Polícias Civil e Militar.
A Operação CÁDIZ tem origem em investigação conduzida pelo Cyber Gaeco do MPSP, voltada a desarticular grupo criminoso responsável pelo acesso indevido a contas digitais de um empresário paulista, que resultou na subtração de 5.6 milhões de reais em dinheiro e criptoativos.
O crime teve início com a subtração do aparelho celular da vítima, enquanto esta fazia uma ligação telefônica. Logo após, os criminosos conseguiram acessar aplicativos de bancos e corretoras instalados no telefone, transferindo dinheiro e criptoativos através de múltiplas transações. Em caráter emergencial, o CyberGaeco do MPSP realizou o rastreio das transações com ativos virtuais e conseguiu recuperar aproximadamente quatro milhões de reais em valores oriundos do crime.
RESULTADO – Nas diligências de hoje foram apreendidos dispositivos eletrônicos, documentos e outros elementos de interesse investigativo, que serão submetidos à análise técnica, além de veículos de luxo.
Observação: Como a investigação é originária do MP São Paulo, informações sobre a operação devem ser solicitadas à Ascom do MPSP.




Comentários